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sexta-feira, março 23, 2012

Dalva Saudo "Aconteceu comigo no ônibus"



Aconteceu comigo no ônibus
Dalva Saudo

Entrei no ônibus 
Encontrei um motorista todo alegre!  animado!
Pensei... e falei que assim dava gosto
Que em outra linha  muito desanimado
Ele tinha um colega oposto!!!

Para justificar o colega
Ele respondeu:
"Com certeza o colega estressado
Só poderia ter se casado com uma mulher feia!"

Repensei, refleti e respondi...
"É vai ver que ela não o amo durante a noite!!!"

Continuei a expor minhas idéias :
"Nesse caso... se eu fosse esposa de um motorista
De tão feia e véia que sou...
Os passageiros...
Acredito... estariam fritos!!!!"

Nessa zoada...   foi só gargalhada!

O motorista analista
Todo sem jeito... com aquele meu jeito
"Que isso dona! Que isso! Que isso!



www.dalvasaudo.blogspot.com.br

sexta-feira, março 16, 2012

Saudações ao Astro Rei


CARO LEITOR: LEIA E RESPONDA-ME:
QUEM SOL EU QUE FAÇO SAUDAÇÕES AO ASTRO REI?
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SAUDAÇÕES AO SOL

SEI QUE ESTÁS PERTO DE MIM OH! ASTRO REI!
VÊNUS, DEUSA DO TEU AMOR SEMPRE SEREI!

PROJETAS-ME LUZES COM ARDOR!
REFLITO-AS! INSPIRO OS ENAMORADOS!
ESPELHO UM AMOR SEDUTOR,
DEIXANDO-OS MAIS APAIXONADOS.

ACOMPANHADA DA LUA
SURGIDA NA MADRUGADA, 
AMO QUE A TERRA USUFRUA
SUAVE BRILHO DA ALVORADA!

SUBLIMANDO TEUS REFLEXOS
ESPLENDOROSA AO AMANHECER
PLANETA TERRA DEIXO PERPLEXO
VÉSPER SOU AO ENTARDECER!

NUVENS DE ESTRELAS AO LUAR
CORPOS CELESTIAIS DIVINAIS
VEEM SEMPRE ME ACOMPANHAR
SOB OLHARES TRANSCENDENTAIS!

SOL A LUA E EU
SOMOS LUZES PREDILETAS,,, MUSAS DOS POETAS!
LUZES REALEZAS, APOGEUS DE TANTAS BELEZAS
DE UM SÓ CRIADOR... 
DEUS QUE É AMOR

QUEM SOU EU?
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www.dalvasaudo.blogspot.com

sexta-feira, março 02, 2012

Poeta Viajante


Poeta é ave em altos... 
Ou voos rasantes 
É alma viajante
Farol de mente brilhante 
Como diamante.


Pousar para poetar?
Não importa o lugar ...
Se ao dormir ou acordar!


Poeta, faz da luz do poste
O luar
Do colorido do semáforo
O natal
Faz da flor ipê colorida antecipada
A primavera florida!
Do amor não correspondido
Seu drama pessoal


Não faz baldeação na mesmice
Gosta de virar as esquinas da vida
Mudar de cenários, alçar outros vôos
Sem passaporte...
A procura da própria sorte!


Se transporta de leste ao Oeste
Norte ao Sul
Livre... de amarras, celas, barreiras ou cancelas
Como se faz após a morte.
___
Campinas, 21 de setembro de 2011

sexta-feira, dezembro 09, 2011

Homenagem à Yvi Brasil


       
        Conheci Yvi Brasil muito pouco mas que me marcou muito. Foi quando fui homenageada pelo Portal do Poeta Brasileiro. Teresa Azevedo, na véspera anunciou-me de que minhas poesias seriam lidas por uma atriz. Fiquei ansiosa para vê-la e naquela noite importante para mim, lá conheci a Yvis declamando para a grande platéia.
         Que alegria essa artista proporcionou para tantos outros poetas. Foram sementes de satisfações que Yvis deixou plantadas no Planteta Terra.
Yvis está em outras paisagens declamando e atuando na certeza de que nos encontraremos um dia!

terça-feira, outubro 18, 2011

Dalva Saudo > Surpresa!


   Quando nós nos amamos pela última vez
   Nem imaginava que seria o adeus!
   Pensava que você me amava
   E que nosso amor se consolidava!
   
   Foi uma década de sonhos e fantasias
   Ornada com tecidos de musicais poesias!
   
   Por tudo isso, fico surpresa!
   Como pode-se amar e o amor agonizar
   Sem deixar nenhum rastro de tristeza?  

   Em defesa... minha alma me acalma!
   Pegou-me de surpresa...
   Essa proeza de ausência de carência!                                                                                                                                                                                                                                             

sábado, setembro 17, 2011

Dalva Saudo > Analogia

Foto e obra de arte de Dalva Saudo
FRAGMENTO DE UM TEMPO PASSADO, RECORDADO EM FORMA POÉTICA NO TEMPO PRESENTE

          Quando penso nas montanhas 
          Logo me veem à mente, idéias de: 
          Força e estabilidade. 
          Era o que sentia em ti. 

          Impressionavas-me com tua grandiosidade. 
          Tranquilizávas-me com tua paz! 
            
          Ficavas isolado, calado como as montanhas. 
          Eu... a água, vertente e dependente de ti, 
          Com som ritmado como os versos que agora faço. 

          Tu eras meu santuário. Dependíamos da chuva 
          Ela cessou. Tu partiste. Eu sequei. 
          Fiquei sem meu habitat. 

          Não me surpreenderia 
          Se soubesse que retornaste às montanhas 
          Admirando deslumbrantes cataratas, belos lagos 
          Tentando me encontrar como fazias no mar. 

          O sol penetrando entre as árvores...
          Sentir o silêncio 
          E a paz da natureza envolvendo-te...
          Assim gostavas de viver! 

          Se soubesse que na montanha estaria, 
          Com certeza a escalaria para te reencontrar 
          E novamente te amar um dia! 
Arte Naif de Dalva Saudo

terça-feira, agosto 30, 2011

Dalva Saudo > Ambivalência


Nesta hora, tento viver apenas o agora, 
Esquecendo o morrer.
Mas afinal, na certeza do final do viver.

Preferível falar da lua, luar ao amanhecer...
Das flores... florestas, florais nos matagais
Do sol ao amanhecer e ao entardecer,
Do brilho cintilante das estrelas, lindas demais!

Lembrar da infância e da inocência...
Dessas poesias é que gostamos de ouvir!
São gotas, conta-gotas, 
Calmantes de sonolência,
Para nos fazer meditar
Refletir se sorrir. Esquecer o partir.

Mesmo na certeza de morrer, 
Ninguém gosta de falar, ouvir, ler.
Sei que vou morrer. O medo é do sofrer.
Não posso falar todos os dias, 
Poesias apenas de alegria!

Na existência da vida, volto a falar...
Das flores, luares, cores e amores.

Na insistência da morte, 
Volto a me lembrar...
Das dores e temores,
Tentando me equilibrar, 
Centralizar nessa gangorra...
Equivalente e ambivalente de:
VIVER/ MORRER.
MORRER/VIVER

sexta-feira, agosto 19, 2011

Dalva Saudo > Motivo


TÃO PERTO... 
AO MESMO TEMPO DISTANTE...
NADA MAIS É COMO ANTES!
SEI TEU ENDEREÇO
SEI ONDE ESTÁS
NÃO TE ESQUEÇO!
MAS...  NÃO QUERO ENCONTROS...
NEM MESMO CASUAIS!
VÊ-LO EM OUTROS OMBROS...
MOTIVO:
"AINDA TE AMAR DEMAIS!"

terça-feira, julho 12, 2011

Homenagem do confrade Agmon Carlos Rosa em seu blog www.lirismoacademico.blogspot.com

Agradecimentos ao Portal do Poeta Brasileiro

  Ao Portal do Poeta Brasileiro, pelas homenagens que recebi!

       Continuo vivendo as belas emoções a mim proporcionadas e que serão eternas. 
      Jamais poderia imaginar que um dia receberia tanto carinho! 
      Quando pensava que as homenagens haviam terminado, começavam novamente!
      Hoje ao acordar, pensei que estivesse em devaneio, sensação de que teria sonhado.
       Em nome de  Aline Romariz e Teresa Azevedo, meus agradecimentos à  todos do Portal do Poeta Brasileiro! Aos declamadores (as) das minhas poesias e dos fragmentos poéticos muito obrigada! 
     Agradeço aos e mails que recebi de todos os confrades do Portal do Poeta Brasileiro!
     O acontecimento foi um marco em minha vida e espero aplaudir outros poetas vivos, que como eu terão oportunidade de sentir as mesmas gratas emoções.
     Meus agradecimentos à todas as pessoas presentes e aos artistas participantes que a todos encantaram com suas artes.

Dalva Saudo

terça-feira, julho 05, 2011

Dalva Saudo > Carta de alforria


Resumo: 
Por seguir sua intuição,  seus próprios passos e não obedecer aos comandos da mídia percebe que às vezes não é bem entendida.



CARTA DE ALFORRIA

 Por ser diferente

como Estrela Cadente 
difícil é ser entendida! 
Não obedece aos comandos da mídia. 
Tem carta de alforria p'ra 
datas estabelecidas.

Rema contra a maré, 
mas do barco em movimento não desce! 
Insiste... persiste... 
em não ser conduzida 
nas datas disto ou daquilo,
nas ruas lotadas, como revoadas 
numa sociedade que dita normas 
numa multidão...
comprimida em lojas, nos asfaltos das avenidas 
conduzidas como gados abarrotados.

Colegas e amigos, presenteia...
com laços de abraços
mas... comandada pelo coração
não por instituição.
De quase toda gente... é diferente!
Difícil é ser entendida!

quinta-feira, junho 23, 2011

Dalva Saudo >Cansaço


Estou cansada de tudo!
Insistentes, persistentes perguntas:
---- CPF na nota?
---- Débito ou crédito?
Estou cansada do mundo! Cansada de tantos números!
RG – CPF – Número do CEP 
Telefone fixo e celular. Quantos números p’ra decorar!

Número da casa, hollerit, carteiras de motorista, Unimed 
Chapa do carro, número do cheque e senhas do banco e da internet.
Data do nascimento e de inúmeros outros documentos,
E logo... do falecimento!

Estou cansada de tudo! Cansada de tantos números!
Cansada de tantos medos.
Medo de dirigir pela estrada. Medo de ser multada!
Medo de ser processada. Medo de ser agredida e ficar ferida!

Medo do ladrão e de entrar em confusão.
Medo de entrar na contra mão e sofrer colisão.
Medo de a perna quebrar e não dar mais para sambar!
 Medo do que o exame vai dar e da doença se instalar,
Medo de o dinheiro acabar e as contas ficarem sem pagar.  

Fui para o analista e fiquei a esperar 
Os meus medos ele tirar.
Ele disse para ter paciência,
E com os medos ficar, até a violência acabar!

Não seria solução
Trocar tanta numeração.
Pela placa do cemitério,
Acabar com tanta confusão e mistério?

www.dalvasaudo.blogspot.com

quinta-feira, junho 16, 2011

Dalva Saudo >Efeitos Anestésicos


Resumo: 
Deus nos dá anestésicos. Cada um de nós temos nossos refúgios. Os meus estão nesta poesia e os seus onde estarão? 
Sarau do Portal do Poeta Brasileiro em 13 de junho de 2011

EFEITOS ANESTÉSICOS 
15/05/07 
A vida é um surpreender constante!
Tanta luz, talento e refletor, 
Depois...tanta dor! 

Dança, poesia, pintura, declamação, 
Meus suaves véus consoladores 
De dores e temores! 

Efeitos perfeitos das artes, 
Anestésicos paliativos 
Narcóticos que aliviam o vazio, 
As angustias e medos! 

Esqueço-me ao bailar. 
Embebeda-me a alma um som musical 
Em ritmo de samba, pairando no ar. 
Um efeito musical para normal 
Que invade de felicidade 
Meu coração palpitante de aflição. 

Nesses esquecimentos... 
A racionalidade    
Não arranca os véus! 
Deixa--me nessa utopia 
Mascarando a essência 
Da minha existência! 

sábado, junho 11, 2011

Você, um pedaço de mim



VOCÊ, UM PEDAÇO DE MIM!!!

Você...  um pedaço de mim,
Meu Amor infrator!

Bailes...  vernissagens...
Viagens em felizes cidades...
Beijos em meus lábios carmim
Exibindo felicidades!

Agora no fim...
Nesse bem querer, MAS...
Não mais me querendo, 
Em duplicidade sem-fim...
Bem me quer, mal me quer...
Inebriado com o perfume 
Do jogo de pétalas de rosa,
Implora apenas por minha amizade...
E fere-me com o espinho do mal me quer!

Como poderei ser amiga,
Se o tenho como dor
De doença de amor?

Avistá-lo na encruzilhada...
Ser cúmplice espectador
Conhecer sua nova namorada...
Não suportaria essa dor!

Como posso ser amiga de alguém
De um amor que detém, faz morada
Em meu coração, ainda refém?

segunda-feira, maio 23, 2011

Dalva Saudo >Plural de sentimentos



O astral das minhas emoções
Está no PLURAL em meu coração.

Se sou elogiada...
Ressoam - me 
Bravos de uma seleta platéia
Ovacionando-me 

Se sou ofendida... não entendida...
Ouço gritos na voz...
Que se excede... o quanto me é inimaginável
Num sofrimento atroz !!!

Quando os cientistas inventarão
Uma película para proteger meu coração,
Cujo sangue da emoção não é bombeado,
Mas sim bombardeado?

As alegrias... as tristezas...
Conheço-as quase sempre no plural!


sábado, maio 14, 2011

Dalva Saudo > Bipolaridade




Ela tem ciclos como à água
Ciclos de depressão, início de tempestade!
Ciclos de tranqüilidade, ambigüidades bipolares, explosões de felicidades!
Depois vem a adversidade
Ciclos como a água
Às vezes calma… leve…outras em ebulição

Quando sai a depressão,
Explode a felicidade!
Desenfreada, acalorada, extasiada!
Ciclos como a água
Calma… Nas nuvens…
Às vezes até generosa, querendo cultivar.
De repente…

domingo, maio 08, 2011

Dalva Saudo > Preocupações da Palhaça Caçarola Malagueta

Foto: Dalva Saudo
Para quem deixarei minhas  fantasias,
Com as quais dei às feiras da cidade
Bailes, hospitais, tantas alegrias?

Para quem deixarei brincos, brilhos, colares,
Que foram motivos de tantos Meigos olhares?
E o nariz vermelho, gravatas,  
Maquiagens?

sexta-feira, abril 29, 2011

Dalva Saudo > Ciranda do Nosso Sarau



Homenagem à Ciranda do Nosso Sarau da Biblioteca Pública Municipal Central

 Ciranda respeitosa, irreverente,
Não tem café, nem coquetel
Mas que delícia... estar presente!
Sem inscrição para declamar...
Sem datas alusivas para comemorar,
Sem ninguém programar...
Na hora certinha
Você sente sua vez de brilhar.

sábado, abril 23, 2011

Dalva Saudo > Devaneio



Havia esperança no entremeio
do devaneio da antonímia...
dormir... sonhar... acordar...
naquele descortinar imaginário,
idealizador, sedutor.

Naquele sereno torpor
de sua vivência,
coberta com nuvem de véu consolador,
mascarando a essência de sua existência,
Fugira da consciência
a  ciência de ser tão só.

terça-feira, abril 19, 2011

Dalva Saudo > Amor, Vida e Morte

Foto: Dalva Saudo

Na vida te amei tanto! Eras meu oxigênio, 
Minha existência, 
Meu ponto de referência. 

Esse amor foi se consumindo, sumindo...
Como uma vela em chamas se apagando!

Nosso amor morreu em vida
Não esperou a morte chegar! E quando ela chegou…
Já não tinha lágrimas p’ra derramar!