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quinta-feira, outubro 27, 2011

Poesia Infantil

Contadora de história

                                   


                                            


Uma contadora de história que conta até três e começa a falar. 
Ela é um livro ambulante com um coração que bate de verdade.
Tem um olhar diferente que gente pequena gosta de olhar. 
Em cada piscar ela vira uma página
 e encanta criança de qualquer idade.
Nas mãos ela usa uma varinha mágica
que criança consegue ver quando presta atenção.
A contadora se envolve e devolve...
E as histórias criam asas dentro do seu coração.
Sonha outras histórias 
com bruxas, fadas e duendes...
 com a natureza e com os animais.
Canta os cantos das fadas dos Contos de Fadas
 e põe magia na varinha de condão.
Na verdade, ela é uma encantadora de histórias,
brincando de faz de conta no mundo da imaginação.


                                                                      
                                                                             de Silvia Trevisani

Imagens: Teresa Azevedo

quinta-feira, outubro 13, 2011

Silvia Trevisani Poesia Infantil

Ainda sou criança

Nesses olhos verdes
emoldurando meu rosto,
às vezes viajo,
às vezes descanso...
no limite do meu esforço.
Nos anos que se foram,
a infância não me alcança,
corro e brinco com o futuro
onde ainda sou criança.
Nas pausas do pensamento,
preso em mim,
ou ao relento,
entrego o que me resta,
cada coisa em seu momento.
Nada alcança meus sonhos,
que voam desenfreados.
Pousam somente aqui
neste Recanto dourado.
As letras falam
e vejo as nuvens no chão
as palavras tomam forma
e pego o céu com a mão.


de Silvia Trevisani

quinta-feira, julho 07, 2011

Silvia Trevisani >Poesia Infantil

Família, porto seguro!

Papai e mamãe são meus amigos,
não é cena de novela.
Eles sempre estão comigo,
nas situações que se revelam.

Família é meu porto seguro,

um presente especial.
Por isso eu asseguro:
- Ter família é genial.

Não dá para viver sozinho

neste mundo conturbado.
A família é o refúgio,
para viver sossegado.

Ter amigos é coisa rara,

para socialização e companhia.
Mas nada se compara
ao aconchego da família.
de SILVIA TREVISANI - Campinas SP

quinta-feira, maio 19, 2011

Silvia Trevisani >Céu azul

Hoje o céu amanheceu azul,
e o sol despontou poderoso.
Meu dia também azulou,
e tudo ficou gostoso.
Hoje, consegui ver o céu,
sem as nuvens de algodão.
Senti um gostinho de mel,
esqueci da escuridão.
Hoje, aprendi uma lição,
que deve ser conservada.
O fruto só brota no chão,
se for em terra cultivada.
A partir de hoje vou espalhar,
tudo que aprendi...
E assim, ajudar o mundo,
ser um pouco mais feliz!
de Silvia Trevisani - Campinas SP.

segunda-feira, maio 09, 2011

Silvia Trevisani > Mãe do Século XXI

MÃE DO SÉCULO XXI

A mãe do século XXI
vive um descompasso.
Alcançou a independência
e também o seu espaço.

O conceito de família ideal,
continua respeitado.
A figura de mãe real
ganhou outro significado.

A carga que "ela" carrega,
mostra a realidade.
De corpo e alma se entrega,
para mudar a sociedade.

A mãe do século XXI
luta com o preconceito.
Se fez, por que fez?
Se não fez, deveria ter feito!

de SILVIA TREVISANI - Campinas SP.

domingo, maio 01, 2011

Silvia Trevisani > Sou trabalhador

Sou trabalhador
Batalho com labor
Sou batalhador
Baralho trabalho e dor.

Sou cirurgião diário
Opero o horário
Opero o operário
Sou operário da dor!

Sou arte em vista
Represento um ativista
Ativo manha e arte
Artimanha de um artista.

Sou ser humano
Um mano trabalhador
Batalho ano a ano
Talho trabalho e dor.

SILVIA TREVISANI
Publicado no Recanto das Letras em 01/05/2011
Código do texto: T2942159

sexta-feira, abril 29, 2011

Silvia Trevisani > Meu espaço

MEU ESPAÇO

Rolo no chão
por um pão.
Esperneio
por um rodeio.
Dilareço coração
com uma malcriação.
Realizo desejo,
com um beijo.
Voo no espaço
com um laço.
Sou criança
em uma trança.
Avanço sinal
como um animal.
Volto atrás
em um ás.
Repito ações,
choro,
esperneio,
caço
e não encontro
meu espaço!

de SILVIA TREVISANI - Campinas SP

terça-feira, abril 26, 2011

Silvia Trevisani >O sertão virou um mar

O sertão está molhado,
de lágrimas empoeiradas.
O chão de Graciliano
está mais castigado.
Cheio de areia
nem sinal de Baleia.
Pobre terra seca
que tudo se planta
e nada se colhe.
O sertão suga
as lágrimas empoeiradas
do homem valente.

De gente como a gente.
Pobre sertão de Ramos,
sem ramo... sem remo...
Vidas sem vida.
O sertão virou um mar
de esperança,
Que balança
Que lança
Que dança
no ritmo sereno
de uma criança!


de SILVIA TREVISANI - Campinas SP.

sábado, abril 23, 2011

Silvia Trevisani > BIBLIOTECA


Bibliotecas ostentam riquezas,
inimagináveis ao cidadão.
Ficções, romances e outras grandezas,
que acalentam o coração.
De todas as possibilidades
que enaltece o cidadão,
é reconhecer as suas habilidades,

com leitura e educação.

De Castro Alves, Machado, Guimarães Rosa...
Literaturas clássicas e até fatos corriqueiros.
Crônicas, contos, poesias e prosas,
despertam o intelectual brasileiro.
Bibliotecas de portas abertas
visando a colaboração,
colocam o leitor em alerta,
munido de capacitação.
Leitura é o único caminho,
rumo a conscientização.
O “homem crítico” mesmo sozinho,
consegue servir a Nação!


de Silvia Trevisani - Campinas SP

segunda-feira, abril 11, 2011

Silvia Trevisani >Senhor, volta-se para nós...



Senhor, volta-se para nós e proteja nossos entes queridos.
Perdoa a nossa ignorância, nossa vaidade e nossa hipocrisia.
Senhor, cuida dos nossos jovens e das nossas crianças.
Perdoa o nosso descuido e as nossas falhas como pais.
Senhor, provoca o nosso instinto para que possamos evitar tantas tragédias e barbáries.
Perdoa o nosso comodismo e orgulho.
Senhor, prepara-nos para a batalha contra o mal.
Perdoa nossa fraqueza e individualismo.
Senhor, nossas noites mal dormidas à espera de nossos filhos são angustiantes.
Perdoa nosso desespero e a nossa falta de FÉ.
Senhor, acredite de novo na nossa capacidade de amar e de educar e nos dê mais uma chance.
Perdoa nossas faltas em vigiar e ensinar o caminho do bem para nossos filhos.
Senhor, nossas lágrimas não cessam com tanta destruição e morte.
Perdoa-nos pela falta de competência para cuidar do mundo que o Senhor nos confiou.


de SILVIA TREVISANI - Campinas SP.

quinta-feira, abril 07, 2011

Silvia Trevisani "Medo de viver"



site desta imagem: www.poesiaebomdemais.blogspot.com

Que medo de sair às ruas,
de morrer na esquina,
de não chegar à esquina,
de não voltar para casa.
Que medo de sair de mim,
de morrer na solidão,
de chegar à solidão,
e não voltar para casa.
Que medo de cruzar os braços,
de morrer sem um abraço,
de não chegar aos seus braços,
e não voltar para casa.
Que medo de pensar,
de morrer com a ideia
e não convencer ninguém,
e não voltar para casa...
Que medo de viver!

de SILVIA TREVISANI - Campinas SP.