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sexta-feira, outubro 14, 2011

Grito de liberdade

autor: Ivan Coiro Poetha

Eu quero meu grito mui ‘loco’, mui livre

a ecoar nos confins da minha terra

eu quero paz dos desiguais e dos aflitos

careço agora da quimera do fim da guerra.



Quero meu protesto alucinante e “demás” veemente

contra a agonia da fome e a sede da ilusória justiça

eu quero o fim dos mandantes sem virtudes

eu quero a fantasia da igualdade e da justiça.





Eu quero o fim da amargura e a ausência da verdade

eu quero a sonhada quimera da liberdade

ah! eu quero tão somente, uma vida digna para viver...



‘Más’, se este é só um sonho, é só uma utopia

não quero viver iludido nem mais um dia

melhor que ser escravo dos podres poderes, é pelear até morrer...

                                   só assim se morrer com honra...


sábado, outubro 01, 2011

Suponho que a vida

autor: Ivan Coiro Poetha
Às vezes suponho

que a vida é um sonho
sem começo e nem fim.
E me perco pensando
que a vida é um engano
e zomba de mim...


Tomara que a vida
tão triste e sofrida
me esqueça enfim.
Tomara que o tempo
se escoe com o vento
na busca do fim...


Me intrigo com a vida
qual alma perdida
sem nada entender.
procuro respostas
e a solução proposta
é que a vida é morrer...

sexta-feira, junho 17, 2011

Ivan Coiro Poetha >Bárbaro & Divino


autor: Ivan CoiroPoetha


Quiero la libertad
para sonreir y para llorar
quiero el dulce encantamiento
de las artes y de los sueños...

Quiero vivir
en la plenitud de los límites,
quiero alas para volar...

Quiero desvendar
la complejidad de
todos mis sentimientos...


Ah! quiero ser invadido
por los sonidos de mil violines
quiero ser embriagado
por los sonidos de mil guitarras...

Quiero la avidez
de todos los bárbaros
y la paz y la luz de todos
de todos divinos...
        

terça-feira, junho 07, 2011

Me abandono no teu corpo

    
Ivan Coiro Poetha
Me abandono no teu corpo
busco o prazer feito louco
sou menino nos teus braços.        

Sou completo no teu beijo
sou feliz quando te vejo
prisioneira dos meus braços...


Em teu corpo encontro a vida
onde vou buscar guarida
no teu ventre faço um ninho.

Te beijo dos pés á cabeça
faço tudo pra que enlouqueças
perdida no meu caminho...


E ainda que o céu desabe
e toda a vida se acabe
mesmo assim, eu vou te amar.

E ainda que tu me esqueças
e a terra desapareça
meu amor há de ficar...

domingo, junho 05, 2011

Ivan Coiro Poetha >Eu conto num conto


Eu conto num conto...
                   autor: Ivan Coiro Poetha

Eu conto num conto
de todo o encanto
que foi teu amor.
Eu conto num conto
de todo o meu pranto
de toda a minha dor...

Eu conto num conto
até que ponto
eu te amei na verdade.
Eu conto num conto
do meu desencanto
com a felicidade...

Eu conto num conto
que vesti o manto
da desilusão.
Eu conto num conto
que és dona, portanto,
do meu coração...

Eu conto num conto
do meu grande espanto
ao te conhecer.
Eu conto num conto
que te amarei tanto
enquanto eu viver...