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quarta-feira, agosto 08, 2012

NÉCTAR DA FLOR


Sou um dos teus aeroportos
Em que voas... sobrevoas
Desces e abasteces atrevido,
Nas curvas do meu corpo...
Seduzido e vencido 
Pelos teus entrelaçados abraços!

Livre como pássaro sem gaiola,
Sem radar ou celular
Aterrisas e decolas... 
Sedutor como Beija-flor!

Desapareces... e quando apareces
Sei que tua liberdade 
Não permite exclusividades no amor!  
Apenas... atividades 
Para sugares o néctar da flor.

sexta-feira, março 23, 2012

Dalva Saudo "Aconteceu comigo no ônibus"



Aconteceu comigo no ônibus
Dalva Saudo

Entrei no ônibus 
Encontrei um motorista todo alegre!  animado!
Pensei... e falei que assim dava gosto
Que em outra linha  muito desanimado
Ele tinha um colega oposto!!!

Para justificar o colega
Ele respondeu:
"Com certeza o colega estressado
Só poderia ter se casado com uma mulher feia!"

Repensei, refleti e respondi...
"É vai ver que ela não o amo durante a noite!!!"

Continuei a expor minhas idéias :
"Nesse caso... se eu fosse esposa de um motorista
De tão feia e véia que sou...
Os passageiros...
Acredito... estariam fritos!!!!"

Nessa zoada...   foi só gargalhada!

O motorista analista
Todo sem jeito... com aquele meu jeito
"Que isso dona! Que isso! Que isso!



www.dalvasaudo.blogspot.com.br

sexta-feira, março 16, 2012

Augusta Schimidt


Fragmentos de vida

Vida...
Sonhos em gestação...
Um ritual de amor
Em cada estação,
Fases soltas ao vento
Esperança...
Campinas/SP

www.dalvasaudo.blogspot.com

Joaquim Marques


Joaquim Marques


FRAGMENTOS DE VIDA...
Resquícios de momentos felizes...
Que, ao dissolverem-se na linha do tempo,
deixaram apenas muitas saudades...
Recordações de fendas que se abriram
e que nos causaram sofrimento e dor...
Ideias fixas, dum presente inseguro...
que nos angustia e nos leva a pressagiar
um mau porvir..

www.dalvasaudo.blogspot.com

Saudações ao Astro Rei


CARO LEITOR: LEIA E RESPONDA-ME:
QUEM SOL EU QUE FAÇO SAUDAÇÕES AO ASTRO REI?
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SAUDAÇÕES AO SOL

SEI QUE ESTÁS PERTO DE MIM OH! ASTRO REI!
VÊNUS, DEUSA DO TEU AMOR SEMPRE SEREI!

PROJETAS-ME LUZES COM ARDOR!
REFLITO-AS! INSPIRO OS ENAMORADOS!
ESPELHO UM AMOR SEDUTOR,
DEIXANDO-OS MAIS APAIXONADOS.

ACOMPANHADA DA LUA
SURGIDA NA MADRUGADA, 
AMO QUE A TERRA USUFRUA
SUAVE BRILHO DA ALVORADA!

SUBLIMANDO TEUS REFLEXOS
ESPLENDOROSA AO AMANHECER
PLANETA TERRA DEIXO PERPLEXO
VÉSPER SOU AO ENTARDECER!

NUVENS DE ESTRELAS AO LUAR
CORPOS CELESTIAIS DIVINAIS
VEEM SEMPRE ME ACOMPANHAR
SOB OLHARES TRANSCENDENTAIS!

SOL A LUA E EU
SOMOS LUZES PREDILETAS,,, MUSAS DOS POETAS!
LUZES REALEZAS, APOGEUS DE TANTAS BELEZAS
DE UM SÓ CRIADOR... 
DEUS QUE É AMOR

QUEM SOU EU?
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www.dalvasaudo.blogspot.com

quarta-feira, novembro 02, 2011




DIA DE FINADOS

©Joaquim Marques



Dobram os sinos a finados
 seus sons dolentes!
Junto às sepulturas, há quem reze
 -- Avé Marias --
O murmúrio das preces são
tristes melodias...
Fazendo chegar a saudade
 a crentes e descrentes.

Ao redor do Campo Santo
os ciprestes virentes
na sua altivez, mantêm o viço
em pleno Inverno
e, ao velar dia e noite os que dormem
seu sono eterno
Soltam gotas de rocio como
 lágrimas algentes.

  

Começa a cair a noite
e, à luz dos lampadários
 pedras sepulcrais, parecem
  santuários...
Deixando realçar o colorido
das mais belas flores!



Vêem-se esquecidas de si
 aqui e além ajoelhadas
Algumas almas que
 ainda não conformadas...
Choram de saudade
recordando seus amores!...

Portugal
2008

quinta-feira, outubro 27, 2011

Visite o blog Autora Augusta Schimidt para ver a homenagem à Dalva Saudo!

OBRIGADA  E RECEBA MEUS APLAUSOS EM FORMA DE AGRADECIMENTOS QUERIDA AMIGA AUGUSTA!
http://coletaneafazendoarte.blogspot.com/

       NA LINHA DO TEMPO!...
        © Joaquim Marques


       As nuvens vão-se tornando pardacentas
       Vezes esbranquiçadas, vezes cinzentas.
       A Portugal, chega o Outono!
       Das árvores - as folhas - num misto de cores
       Dos jardins - as pétalas - que foram flores
       Caem e rolam no chão ao abandono.

       Num contraste gerado p'la  Natureza
       Desabrolham flores de rara beleza.
       Numa Primavera que chega ao Brasil!
       Aquecidas p'lo Sol que as afaga
       Com raios de luz que a noite apaga
       O céu as envolve num azul anil.


       Mas, mesmo com todas as constatações
       O tempo, não conseguirá contradições.
       Para dividir dois países irmãos!
       Seja Primavera, Verão, Outono, Inverno;
       Portugal e Brasil num amor fraterno
       Sempre estarão unidos, dando as mãos!



        PORTUGAL
        2010


Fantasmas e monstros


Crianças correndo sobre a grama.
Sobem em descem morros de areia.
Cantam cirandas entrelaçadas.

Sonham os pequenos gigantescos sonhos.
Criam castelos, fantasiam ser reis.
Dissipam a tristeza com o sorriso.

Assombram-lhes fantasmas e monstros.

De todos o pior é o tempo que lhes rouba a infância.

sábado, outubro 22, 2011



A leveza do silêncio

© Joaquim Marques


Quão leve és - silêncio - quando acalmas
O sibilar do vento que fustiga montes…
Permites ouvirmos murmúrios das fontes
Aplaudes o belo não batendo palmas!
  
És etérea via nos templos sagrados
Onde tantos recorrem p'ra falar com Deus
Pedindo p’los ímpios e por erros seus
P’los entes queridos e por seus finados!
  
Dás voz às estrelas que sem fazer ruído
Cintilam nas noites e falam p'rá lua...
Silêncio, és eco nos vales e prados!

Com tua leveza dás paz e acalmas
Corações aflitos, assaz conturbados…
Sem peso, transmites consolo às almas!


PORTUGAL
2010



terça-feira, outubro 18, 2011

Dalva Saudo > Surpresa!


   Quando nós nos amamos pela última vez
   Nem imaginava que seria o adeus!
   Pensava que você me amava
   E que nosso amor se consolidava!
   
   Foi uma década de sonhos e fantasias
   Ornada com tecidos de musicais poesias!
   
   Por tudo isso, fico surpresa!
   Como pode-se amar e o amor agonizar
   Sem deixar nenhum rastro de tristeza?  

   Em defesa... minha alma me acalma!
   Pegou-me de surpresa...
   Essa proeza de ausência de carência!                                                                                                                                                                                                                                             

domingo, outubro 16, 2011

Tantos e Tantos

Há tanta cama
em tua ausência,
tanta mesa
em tua impermanência.
Tanto espaço
no vão abraço
e tanto escuro
no umbral
por onde passo.

Tanto silêncio
no fone calado
e no poema
inacabado.

Tanta saudade
de que meu chamou
de metade,
e sussurou a minha
verdade.

Tanta carência
da nossa urgência,
da nossa inocência
e da nossa sacra
indecência.

Para Cristina, esposa amada.
Acesse o blog do Autor: http://fabiorenatovillela.blogspot.com/

sexta-feira, outubro 14, 2011

Fabio Renato Villela > Ausência em Amarelo

O diabo é essa solidão que me atordoa,
esse silêncio que nada ecoa,
essa tristeza que se amontoa
e essa liberdade à toa.


Tua ausência habita minha casa.
O jantar que te fiz, esfriou.
A vela apagou,
a lavanda acabou,
mas você não passou.


Tentei te escrever uma poesia,
com rima, métrica e galhardia.
Mas só eu sei da triste ironia
de achar que você já não me doía.


Só eu sei do choro que retenho,
do gesto que contenho
e da saudade que te tenho.


Na tela, em amarelo, você me sorri.
Meu mundo, cabia ali.


acesse o blog do autor:  http://fabiorenatovillela.blogspot.com/

Grito de liberdade

autor: Ivan Coiro Poetha

Eu quero meu grito mui ‘loco’, mui livre

a ecoar nos confins da minha terra

eu quero paz dos desiguais e dos aflitos

careço agora da quimera do fim da guerra.



Quero meu protesto alucinante e “demás” veemente

contra a agonia da fome e a sede da ilusória justiça

eu quero o fim dos mandantes sem virtudes

eu quero a fantasia da igualdade e da justiça.





Eu quero o fim da amargura e a ausência da verdade

eu quero a sonhada quimera da liberdade

ah! eu quero tão somente, uma vida digna para viver...



‘Más’, se este é só um sonho, é só uma utopia

não quero viver iludido nem mais um dia

melhor que ser escravo dos podres poderes, é pelear até morrer...

                                   só assim se morrer com honra...


quinta-feira, outubro 13, 2011

Silvia Trevisani Poesia Infantil

Ainda sou criança

Nesses olhos verdes
emoldurando meu rosto,
às vezes viajo,
às vezes descanso...
no limite do meu esforço.
Nos anos que se foram,
a infância não me alcança,
corro e brinco com o futuro
onde ainda sou criança.
Nas pausas do pensamento,
preso em mim,
ou ao relento,
entrego o que me resta,
cada coisa em seu momento.
Nada alcança meus sonhos,
que voam desenfreados.
Pousam somente aqui
neste Recanto dourado.
As letras falam
e vejo as nuvens no chão
as palavras tomam forma
e pego o céu com a mão.


de Silvia Trevisani

terça-feira, outubro 11, 2011

Joaquim Marques -- agraciado com o Prémio "Poeta de Ouro"
em Setembro de 2011 pelo Grupo -- Doce Mistério


O CORAÇÃO ESTÁ EM TI

      © Joaquim Marques
      

      As dores vão mas voltam a fio,
      juntas com as ondas do mar, sem dó...
      Para quê, então, sentir tanto arrepio
      das frias águas... E, em seguida,  ficar só?
      
      Da chegada, que sabes, esquece a hora!
      Afasta a angústia que tens dentro do peito!
      Deixa que teu coração aflore... Agora...
      E... Aguarda a ternura com muito jeito.
      
      Nunca te compares a essas conchas perdidas;
      jamais, deixes afogar no mar, teu coração...
      Para as  gaivotas que estão de asas feridas...
       Sempre se encontra adequada solução!...
      
      Depois de curadas tuas asas... ilusórias...
      Se vires aproximar do porto, alguns veleiros,
      Toma cuidado com fantasiadas histórias...
      Que costumam contar os marinheiros!...
      
      Vê lá!... Teu coração, no mar, não deixes!
      Não almejes ficar por lá, perdidos tempos...
      Para que ao despertares não te queixes,
      De nunca terem chegado a ti, os novos ventos!...
      
      Sê uma gaivota perseverante e cuidadosa
      Deixa que os outros pássaros possam voar...
      Aguarda! Pois a nova hora, espera ansiosa,
      O momento... De, gloriosamente, te encontrar!
      
      Ao fim da tarde, poderás fazer teu rodopio...
      Sem precisares de qualquer treino ensaiar;
      Voarás normalmente, sem qualquer calafrio...
      Porque teu coração está em ti... e não no mar!
      
      

      Porto - Portugal
2006

segunda-feira, outubro 10, 2011


BOA NOITE SILÊNCIO 

©Joaquim Marques

Boa noite silêncio! Vem falar comigo!
Vem! Nem que seja através do vento...
Eu escutarei com todo o sentimento
O que tiveres para dizer ao teu amigo!

Sabes que te amo, silêncio? Mas vê:
Os dias são um tormento para mim
As noites, parecem não ter fim...
Só sinto ruído à minh volta! Crê?

Gosto da tua companhia, tu sabes!
De dia, só tu me transmites calma...
De noite, és a escora da minh'alma!

Silêncio! Tu, que és o meu alento...
Vem ao meu encontro, me acalma
Manda notícias tuas, pelo vento!...

Portugal
2009

domingo, outubro 09, 2011

Réstia

A pequena réstia de luz
aos poucos vai desnudando
o pesado escuro
dos dias sem
palavras.

Lá dentro alguém
declama um Poema;
e eu sei das Mandalas
mesmo sem procurá-las.

Cá fora sinto minha
alma rebrotar.
Talvez com um
pouco de adubo,
ela saia do tubo
que, indevido, abrigou-a.

Talvez com o tempo
e mais um e outro
elemento
ela refloresça e frutique,
pois ainda há
quem me peça que fique
e que o amor multiplique.

Talvez alguma paz
chova em seu canteiro,
e o que restava da mágoa,
embarque no trem derradeiro.

Talvez,
eu volte
a ser inteiro.

                Para Cristina, esposa amada e eterna companheira

sábado, outubro 01, 2011

Suponho que a vida

autor: Ivan Coiro Poetha
Às vezes suponho

que a vida é um sonho
sem começo e nem fim.
E me perco pensando
que a vida é um engano
e zomba de mim...


Tomara que a vida
tão triste e sofrida
me esqueça enfim.
Tomara que o tempo
se escoe com o vento
na busca do fim...


Me intrigo com a vida
qual alma perdida
sem nada entender.
procuro respostas
e a solução proposta
é que a vida é morrer...



Amores-Perfeitos

Se gostais tanto de flores, podeis amar!
Amores-perfeitos que cultivo no jardim.
E, porque não os pretendo só para mim
Os ofereço, para quem quiser cheirar!


Não precisais sequer de vos atormentar!
Nem de vos vestirdes de roupa atraente
Pois nunca serei assim tão exigente...
Com a dama que os quiser contemplar!


 Prometo não só deixar sentir o odor...
Dos amores multicoloridos, mas ainda
 Doar um ramo de flores...Tenho ideia!


Como não as quero todas só para mim...
Quer seja com dama nobre, ou plebeia...
Eu compartilharei flores do meu jardim!


Portugal
2008